Mindblown: a blog about philosophy.
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Hello world!
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MEDUSA
I meant it as a compliment and you turned it Into stone M.
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Não sou poeta
Não sou poeta Victor Heringer Agora que os estalos da adolescência passaram e a vida assenta como uma cômoda de mogno agora que os joelhos estalam quando me levanto sem mulher, sem filhos, mas com emprego estável é preciso admitir que não sou poeta. Embora o meu amor esteja solto no mundo violento, semicego e ferido no ombro não…
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In Memory Of My Feelings
My quietness has a man in it, he is transparent and he carries me quietly, like a gondola, through the streets. He has several likenesses, like stars and years, like numerals. My quietness has a number of naked selves, so many pistols I have borrowed to protect myselves from creatures who too readily recognize my…
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Sem título. (Nem que quisesse poderia ter)
Era para ser uma oração – subir junto com o incenso. Talvez possa ser isso também, mas antes de dizer para qualquer pessoa – mesmo que seja alguém que já saiba, mesmo que seja Deus – preciso dizer para mim mesma, porque o caos faz com que eu confunda as letras, as palavras, as línguas,…
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Slow dancing in a burning room.
O livro que me traz até aqui chegou tem uns dois, três dias. Chegou pelo correio, eu comprei pela internet, mas de um sebo, de forma que o livro é usado e alguém já o leu e fez o que eu tinha esperança que fizesse: anotações nas páginas. Essa pessoa que leu o livro e…
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Are we all forgotten?
Depois que ele se foi, ela meio que morreu. (Às vezes, ela sinceramente acredita que teria sido melhor morrer de vez. Mas, não morreu.) Sobrou bem pouco dela mesma. O que sobrou foi um fantasma; espectro dela mesma… Os olhos tão vazios e tão fundos que mais parecem buracos. Às vezes, sorri sozinha, sordidamente; quase…
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Untitled, unfinished, and dirty as I am.
What wouldn’t I give to have wings? What wouldn’t I give to be free? I’m tired and I can’t sleep I’m hungry and I can’t eat Let me love you, let me love you babe (Oh fuck, oh wonder – there is no one to love) Dizzy I opened a thousand doors They’re all empty,…
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Não tem título, não tá pronto e foda-se.
Fujo do teu olhar tanto quanto o procuro Passei a desejar o desespero de ter seus olhos sobre mim Não tem ponte que concilie essa desgraça. Eu devia morrer de medo, eu devia morrer de raiva. Não consigo. Você me obriga a dançar: cada passo que dou em direção à fuga, avanço dois em direção…
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Poeminha de segunda (à moda haikai)
Num mar de palavras Me perdi Você me encontrou Eu já não estava mais lá
Tem alguma recomendação de livro?